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Transtorno do Pânico

transtorno de pânico tem como principal elemento a crise de pânico. Essa crise é caraterizada por uma sensação de medo muito intensa, um quadro ansioso que aparece subitamente, em um momento inesperado e costuma atingir o ápice em cerca de cinco a dez minutos, durando cerca de 20 a 30 minutos.

A crise é provocada por uma descarga adrenérgica abrupta no organismo e, normalmente, vem acompanhada de muitos sintomas físicos como palpitação, sensações de falta de ar e sufocamento, náuseas, alterações intestinais, dores de estômago.

Trata-se de um quadro muito impactante, causando muito sofrimento. É, também, muito comum que surjam alguns pensamentos para explicar aquelas sensações tão inesperadas e intensas,  como “estou tendo um ataque cardíaco”, “vou morrer” ou “estou enlouquecendo”.

Esse evento é tão marcante que algumas pessoas começam a se preocupar muito com o fato de poder ter novas crises. Quando o indivíduo tem crises de pânico recorrentes, com uma grande preocupação com o fato de ter novas crises e essa preocupação começar a causar sofrimento e atrapalhar suas atividades cotidianas, podemos dizer que esse indivíduo apresenta um Transtorno de Pânico.

O Transtorno de Pânico (TP) pode atingir qualquer pessoa, independentemente da idade e do sexo. A faixa etária de maior risco é a dos 20 aos 30 anos e as mulheres, em geral, tendem a ser um pouco mais atingidas que os homens.

Não existe uma causa única para o Transtorno de Pânico. O que ocorre é uma combinação de fatores genéticos, biológicos, história de vida e fatores estressores ambientais.

Em alguns casos, muitas pessoas apresentam dificuldade em estar em locais nos quais não conseguiram escapar ou pedir ajuda caso passem mal ou tenham uma crise de pânico.

Normalmente esses locais são aqueles com muitas pessoas, fechados e sem muitas possibilidades de saída. Quando se começa a evitar esses lugares dizemos que a pessoa desenvolveu uma agorafobia.